Adeus ano velho… Feliz Ano Novo!

Mais um ano chegando ao final… Eu sempre fico muito triste nessa época do ano, por que eu tenho a sensação de que o tempo está simplesmente escorrendo pelos meus dedos, e eu não posso fazer nada sobre isso. Daí eu tento fazer um saldo do ano que se passou e penso “o que eu realmente fiz de bom?”. Eu não plantei uma árvore, não fiz caridade, não viajei pelo mundo, não fui tão boa estudante assim e nem tão boa filha ou amiga…
Então, por que classificar esse ano como bom?

Eu sofri por amor, criei coragem de colocar um ponto final em algumas coisas, virei excelentes noites de jogatina com meus amigos, me estressei estudando, me diverti estudando, fui em festas, passeei com pessoas que adoro, me apaixonei de novo, presenciei formaturas, conheci novos lugares, trabalhei, ganhei presentes, chorei por amor de novo, sorri por amor, tomei porre e bebi até capotar, gargalhei até chorar, chorei de tristeza, entrei em desespero, gritei de felicidade, desapeguei da minha aparência, li livros que sempre quis, fui em shows, fiz compras bobas, mudei de casa, briguei com amigos, me reconciliei no dia seguinte, me deixei ficar mau humorada, levei um fora… Todas essas coisas que outrora eram presentes, agora se tornam lembranças.
E como é bom ter lembranças… Significa que, afinal de contas, o que eu mais queria para a minha vida, aconteceu: eu não estou apenas sobrevivendo, estou vivendo. E por mais que ainda tenha coisas que eu queira mudar, ver ou experimentar; por mais que tenham dias que eu quero me matar de estresse ou tristeza; a vida… ah sim, ela é muito boa.
Ela é boa por que eu tenho a oportunidade de ter uma vida digna, apesar de todos os sufocos. É boa por que eu posso estudar, posso me alimentar, posso amar e sofrer também. É boa por que eu gargalho até minha bronquite atacar, e também por que eu posso vivê-la.
O ano foi positivo, principalmente, por que eu ainda terei a chance de viver muitos os outros anos pela frente…
Muito obrigada à meus pais e meus irmãos, por aguentarem meu humor instável, gênio forte e me manterem firme na minha caminhada rumo ao diploma. Obrigada ao Guilherme e Júlio, amiguinhos zueiros, companheiros de faculdade, companheiros de Magic, merecedores de um prêmio por aturarem meu mau humor constante e minhas crises na TPM, e o Guilherme por ter sido meu confidente desde que nos conhecemos. Obrigada aos meus amiguinhos da Nerd Night, Diogo, BigDog, Pinguim, Game Over, Lecca, Luisinho e Digão, pelas noitadas de jogatina, pelas conversas jogadas fora na Escola de Engenharia, pelos porres (e por me carregarem no colo), e obrigada ao Digão, por tudo desse ano. Obrigada a Danny, a Mizzy e ao Léo, por que eu sempre vou agradecer a vocês, mesmo estando há muito tempo sem nos comunicarmos, por que se eu estou aqui, vocês foram o começo disso. Obrigada aos professores da UFF, embora eu já tenha pensado em bater em vocês em vésperas de provas, vocês são simplesmente fodas. Obrigada à todas as demais pessoas que de alguma forma fazem parte do meu cotidiano.
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