Sobre as mudanças em nós

É curioso como somos seres fluidos, sempre numa constante de mudanças. Isso, é claro, só acontece quando nos mantemos abertos a sermos tomados por novidades: novos pensamentos, novas ideias, novos comportamentos, novas opiniões… Eu era muito machista há uns anos atrás. Era do tipo de guria que abominava as meninas mais “femininas” e achava um grande elogio quando os meus amigos falavam que eu era tão legal que era quase um homem. Gostava de ser a exclusiva no meio masculino e não acreditava no vitimismo feminino: se um homem atacou uma mulher, ela com certeza tinha feito por onde.

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Por sorte eu nunca tive problemas em mudar diante de bons argumentos, sempre recebi a mudança como uma velha amiga: de braços abertos. Infelizmente, em alguns momentos, a vida me deu uns tapas bem fortes – tive que enxergar as coisas sob outro ponto de vista de modo dolorido. Tive que passar por relacionamentos abusivos para entender que se uma pessoa ataca a outra, essa outra é sim vítima. Que quando seu namorado te busca para ir no cinema, reprova sua roupa, vai até seu guarda-roupas e escolhe a roupa que você tem que vestir, as coisas precisam ser pensadas. Que quando um cara te exibe de troféuzinho pros amigos por que “eu tenho uma namorada que joga videogames”, talvez tenha alguma coisa errada aí. Ou então quando você passa por ameaças reais na rua, simplesmente por ser mulher e por existirem homens que acreditam na supremacia masculina… Aí começa a não ter jeito: é preciso repensar suas ideias.

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Comunicado sobre uma loja…

Olá, pessoas bonitas!

Muito tempo sem postar, né?

Eu estava de mudança e ia minha vida virou de cabeça para baixo! Em breve falo mais disso. 

O post de hoje em sobre um assunto um pouco chato. Há muito tempo atrás eu firmei uma parceira com uma loja chamada Império Gold para realização de um sorteio. Eles me enviaram uma blusa para resenhar e sorteamos uma outra igual para uma leitora do blog. Vocês podem conferir tudo nesse post clicando aqui

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Sobre a liberdade do anonimato

Olá todo mundo que lê meu bloguinho! Eu sei, tempos que eu não posto, quem acompanha aqui já deve estar acostumado com a falta de frequência… Mas eu estou na reta final da faculdade (matérias, TCC, estágio…) e ainda por cima trabalhando, então tempo para preparar post está escasso mesmo…
Antes de qualquer coisa, feliz ano novo para todo mundo! 😀

Eu decidi ressuscitar dos mortos e postar no blog hoje por causa de uma adorável mensagem que eu recebi ontem via comentário aqui no blog. Como os comentários são moderados, eu os recebo por email para poder aprovar ou recusar, e eis que fui surpreendida ontem (sim, na madrugada do primeiro dia do ano) com uma mensagem anônima de ódio. Não vale a pena eu falar sobre o conteúdo da mensagem, mas acreditem em mim, era bem ofensivo.

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Adeus ano velho… Feliz Ano Novo!

Mais um ano chegando ao final… Eu sempre fico muito triste nessa época do ano, por que eu tenho a sensação de que o tempo está simplesmente escorrendo pelos meus dedos, e eu não posso fazer nada sobre isso. Daí eu tento fazer um saldo do ano que se passou e penso “o que eu realmente fiz de bom?”. Eu não plantei uma árvore, não fiz caridade, não viajei pelo mundo, não fui tão boa estudante assim e nem tão boa filha ou amiga…
Então, por que classificar esse ano como bom?

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"Recordação boba; recordação boa…"

São 01:45 da madrugada e eu tenho aula de Ética Geral amanhã às 8 horas, por isso fui dormir cedo. Entretanto, por algum motivo, eu não consigo dormir: com certeza é pelo turbilhão de pensamentos que rondam minha cabeça… Muitas recordações, muitos futuros que eu sonho, muitos pensamentos sobre coisas a fazer… Então, eis que nesse turbilhão de coisas, uma memória em particular me veio à cabeça. Uma lembrança muito simples, porém muito doce e feliz, que há muitos anos eu não me recordava, me veio à mente, e eu senti a necessidade de escrever sobre e eternizá-la nas páginas digitais de meu diário.

Eu tinha aproximadamente 6 anos de idade. Eu estudava em um colégio particular de minha cidadezinha, mas estava indo muito mal nos estudos. Eu deveria estar terminando o pré, não me recordo; no entanto, o ensino era rígido, e eu estava indo mal. As professoras não colaboravam muito com minha dificuldade, então mamãe foi quem correu atrás de descobrir o que estava acontecendo comigo. “Por que você está com problemas em estudar, Hannah?”, ela simplesmente perguntou-me, “eu não sei, eu sento na sala, a professora passa matéria no quadro, mas eu não vejo nada”. Daí para o consultório oftalmológico foi um pulo. Diagnóstico de miopia e astigmatismo, receita e atenção muito grandes da médica que viria a acompanhar meus problemas de visão até a minha adolescência (e só não permaneceu como minha médica até hoje por que ela se mudou para o Rio de Janeiro, doutora Renata, uma fofa).
Realizei os exames, era tudo muito divertido pruma criança, todos aqueles aparelhos engraçados que eu tinha que me sentar, era divertido – exceto o “colírio cor de marca-texto”, era um inferno, queimava horrores os meus olhos (inclusive, uma vez, eu já maiorzinha, fui fazer meu exame de rotina, e um bebê ia fazer no horário antes do meu, a enfermeira aplicou o colírio e ele começou a berrar horrores, “o que está acontecendo?”, a mãe perguntava, “deve ser só incomodo pela sensação de pingar colírio” respondeu a enfermeira, “na verdade, esse anestésico arde demais, eu uso desde os 6 anos, e a ardência é muito grande mesmo”, “sério que arde? Não sabia”, respondeu a enfermeira. Enfim…). “Eu vou usar óculos”, minha ficha caiu, uns dias após a consulta e minha ida à Secretaria de Saúde para fazer as lentes e escolher a armação. Claro que meu isso repercutiu até no colégio, “usar óculos é horrível, você vai ver uma formiguinha pequenininha deeeesse tamanhão”, disse Victor, um coleguinha ruivo, esticando os braços. Pensando agora, era uma coisa tão simples, mas que me assustou um pouco na época.
Então, o dia chegou: meus óculos estavam prontos. Papai iria trazê-los depois do serviço. É claro que eu estava ansiosa! Eu era uma criança de 6 anos do interior, isso era um grande acontecimento para mim. 17 horas; barulho do carro do papai; ele sobe para casa, e eu estou na varanda esperando ele, ansiosa. Ele faz suspense daquele jeito cômico dele, e me mostra a capinha dos óculos, “papai trouxe a sua joia”, disse. Lembro-me de ter batido palmas de excitação. Então, ali na varanda mesmo, ele abriu a caixinha bem devagarzinho, então a “joia” se revelada. “Tandaaan”, ele disse, me entregando minha primeira bengala em mãos. Eu dava pulos de alegria: aquilo era extasiante! Coloquei os óculos em meu rosto… uau! Como era diferente enxergar as coisas! No início eu via buracos no chão, demorei a me adaptar a isso. Abracei papai e agradeci: eu estava realmente emocionada. A armação nem era cara – na verdade, fora de graça, pois a Secretaria de Saúde fazia aquelas armações gratuitas, que eram grossas e feitas de um material que parecia um acrílico bem grosso, não sei ao certo. A minha era transparente com nuances pretas. Era grossa, robusta, assim como a lente, que já era significativamente espessa. Quem disse que eu ligava? Quem disse que elas armações fininhas dos “óculos de leitura” dos meus coleguinhas me causavam inveja? Eu me amarrava nos meus óculos!
Nossa, lembro-me nitidamente desse momento, inclusive da emoção que foi. Desse momento em diante, nunca mais passei um dia sem usar minha bengala – como chamava minha oftalmologista. Recordação simples; recordação boba; mas recordação feliz e boa…

Menos "me faça feliz", mais "eu sou feliz"…

 E se nossa visão de como deve ser um relacionamento ideal for uma farsa? E se tudo aquilo que sonhamos desde criança for apenas um método de controle da nossa vida? Toda menina sonhava em entrar numa igreja usando um vestido de noiva branquinho. Todo menino é criado para ser o dono de um lar. Toda novela nos mostra que precisamos de uma alma gêmea para sermos plenos e completos…
 Eu venho de um ciclo de 6 anos de relacionamentos frustrados. Eu fui traída, humilhada em público, passada para trás, ouvi desaforos, tive que me submeter à vontades, fui abandonada e uma série de outras coisas. No entanto, ainda assim, no fundo do meu ser, tenho a sensação de que eu preciso de alguém para ser completamente feliz…

 Mas e se isso não for verdade? Afinal, como eu posso querer fazer alguém feliz se eu não me faço feliz? Ok, ok, não sejamos cem por cento moralistas: é bom termos “alguém”, uma pessoa que consideremos especial ao nosso lado. Alguém que não apenas nos faça bem, mas o qual possamos fazer bem. Só que, hoje, eu não consigo imaginar como podemos ter outra pessoa, sem antes termos a nós mesmos. Sempre associamos que, quando uma pessoa está namorando ela está feliz. Ponto. Mas será mesmo assim? Como disse meu amigo Guilherme: “é impossível julgarmos se o fundo de um lago é limpo olhando apenas sua superfície”. Ainda assim, mantemos grudada na cabeça essa ideia: ser feliz é ter alguém, precisamos de alguém que nos faça feliz.
 Eu sei que algumas pessoas que, por ventura, venham a concordar comigo, complementarão meu argumento com “e nós sempre temos nossos amigos”… Concordo, concordo e concordo. No entanto, como disse A Professora Muito Maluquinha (livro de Ziraldo) “tem um tipo de felicidade diferente das outras que temos que correr atrás”. Isso é fato: seu namorado pode ser seu melhor amigo, mas ainda assim amizade e namoro/casamento são relações diferentes. São formas de amar diferente. Da mesma forma que você ama seus pais de um jeito diferente que você ama seus irmãos e que por sua vez é diferente do jeito que você ama seus amigos. Mas mesmo nesse caso, ainda estamos depositando nossa felicidade em alguém.
 Na realidade, ser feliz vai além de outras pessoas. Ser feliz depende de nós mesmos, e quanto mais acharmos que precisamos de um outro alguém para nos fazer felizes, mais infelizes seremos. Nós somos importantes demais para depositarmos todas as coisas boas que merecemos em terceiros. É responsabilidade demais. Devemos parar de tornar nossas vidas um produto. Temos que parar de “novelizar” nossa vida. Temos altos e baixos, temos coisas boas e ruins, e temos que encarar isso por conta própria, temos que nos fazermos felizes antes de querermos fazer alguém feliz, ou até mesmo de querer que outra pessoa nos faça feliz. Sempre queremos alguém para ser o “salvador da nossa pátria”, mas essa pessoa não existe, nós mesmos temos que ser nossos salvadores.

 Apesar de ter tomado consciência disso, eu ainda tenho minhas inseguranças. Ainda tenho meus medos. Meus receios. Infelizmente, eu me tornei um tipo de pessoa que sempre quis evitar. Por mais que eu goste de uma pessoa, tenha apego e carinho por ela, quando eu me deparo com uma situação a qual seja similar à uma situação passada, eu travo, sou grosseira, estouro… Como uma pessoa pode nos despedaçar, não é mesmo? No entanto, dessa vez eu devo fazer diferente. Não devo esperar que alguém junte meus pedaços: eu mesma devo fazer isso. Eu não posso fazer as pessoas que amo felizes se eu não for feliz. Eu não posso desejar me me façam feliz: eu devo fazer isso, por mim.

Minha escrivaninha…

 Hoje eu vim mostrar um pedacinho da minha vidinha, apresento a vocês o lugar que eu passo a maior parte do meu tempo (tirando a faculdade, claro): minha escrivaninha! Tcharaaam!
 Coisinha mais linda, não é? Confesso que ela realmente não passa a maior parte do tempo arrumadinha assim. No mais, ela sempre é encontrada cheia de papéis espalhados, canetas, boletos e mais um monte de lixinho. E, apesar da minha irmã e eu (esse cantinho é de nós duas) sempre estarmos mudando a ordem das coisas, a base da arrumação é essa mesmo.

 Os livros e mangás que estão aí são todos meus, assim como os DVDs (exceto o da Bela e a Fera, do jogo Assassin’s Creed 2 e do Gackt). Os CDs tem meus (que são os que estão empilhados) e da minha irmã (que estão atrás do meu notebook e do Vira-Tempo). Meus livros, na ordem, são:
  • Biografia da Madonna;
  • Gun’s and Roses and the Making of the Appetite for Destruction
  • Assassin’s Creed: Renascença;
  • Harry Potter e o Enigma do Príncipe;
  • Harry Potter e as Relíquias da Morte;
  • 1001 filmes para ver antes de morrer;
  • A Hora das Bruxas volumes I e II;
  • Coleção As Crônicas Vampirescas da Anne Rice;
  • Death Note (um meu e outro da minha irmã);
  • Trilogia O Senhor dos Anéis;
  • InuYasha (Volumes 01, 76, 77, 88 e 93);
  • Sakura CardCaptor (Volumes 08 e 24).

Eu tenho mais livros, mas estão na minha cidade natal, na casa dos meus pais. Não trouxe por que, como podem ver, não tenho espaço para colocá-los…

 Aqui vocês podem ver meu Relógio de Alquimista Federal (ainda vou fazer cosplay de Edward Elric :3), minha Sakura Kinomoto, meu chaveiro abridor de garrafas de Pisa, uma bonequinha Engenheira da minha irmã, uma imagem de Santa Rita, presente da minha bisavó, meu colar do Sesshoumaru (o pingente é a estampa do kimono dele) e um single mini do Gackt, que é da minha irmã. Ah! E nessa caixinha transparente tem um conjunto de paletas do Guns n’ Roses, é meu tesourinho, por que é muito raro, é uma edição limitada de apenas 300 cópias no mundo todo.
 Close na Sakura. Eu tenho ela há muitos anos, encontrei por acaso na minha cidade natal, em uma lojinha de brinquedos que ficava muito distante do Centro da cidade, foi bem por acaso mesmo. Dei-me ela de presente de aniversário e custou 7 reais, um tesouro, não é? Abaixo é o CD da cantora coreana BoA Kwon, Hurricane Venus, que é da minha irmã.
 Meus DVDs originais, como vocês podem ter reparado, eu nem sou fã de Guns n’ Roses, né? haha É que na época que eu era extremamente viciadona na banda eu trabalhava, então já viram, não é? Hoje em dia eu escuto eles normalmente. Os dois primeiros DVDs do Harry Potter (a Pedra Filosofal e a Câmara Secreta) são extremamente lindos! Acho que as pessoas da minha idade/mais velhas vão se lembrar, antigamente os DVDs vinham em caixinhas que eram de um papelão bem grosso, e as coisas mais lindas do mundo.
 Prometo tirar umas fotos dos DVDs para mostrar para vocês. Outro detalhe é que todos os meus DVDs do Harry Potter são edições duplas, infelizmente só tenho dos 5 primeiros filmes. Ah! E eu vou mostrar os pingentes de Pokémon com detalhes na última parte do post sobre minha coleção de Pokémons.
 Acho que vocês já repararam que sou super fã de Harry Potter também, não é? hahaha Essas são as primeiras peças do Xadrez de Bruxo, coleção que foi oferecida pela Planeta de Agostini. É a coisa mais linda do mundo! As peças são extremamente detalhadas e todas elas tem um efeito especial: a Torre é magnética e se move com a varinha, os peões se quebram ao meio quando você bate com a varinha neles e o cavalo relincha quando se move. Infelizmente não é o tipo de coleção que eu pude completar, pois os fascículos (as peças vêm em edições separadas) eram caros, no total a coleção toda (peças + tabuleiro) ficaria em 900 reais. Salgado, não é? Atualmente a Planeta de Agostini está laçando um xadrez do Star Wars.
 Esses são dois lápis que, na ponta, tem esses cavaleiros. Lindinhos demais! Não sei se vocês sabem, mas sou apaixonada por artigos de papelaria, embora tenha muita pena em usar a maioria deles, de tão lindos que são, hahaha. Presentinhos do Ricardo, que achou perdido na casa dele e deu pra amiguinha aqui.
 Por mais que eu IDOLATRE a Ayumi Hamasaki esses CDs são da minha irmã. Só tenho dois CDs dela, o single GRREN/Days (edição CD+DVD) e o álbum Secret (edição CD+DVD). Todos esses daí são da minha irmã, inveja pura, haha! Na ordem (de baixo para cima):
  • Next Level (álbum CD+DVD);
  • Rock n’ Roll Circus (álbum CD+DVD);
  • Love Songs (álbum CD+DVD);
  • Party Queen (álbum CD+DVD);
  • Rainbow (álbum CD only);
  • (miss)understood (álbum CD+DVD);
  • A Complete ~All Singles~ (compilação 3CD+DVD);
  • Five (mini álbum CD only).

 Já as miniaturas são minhas, presentes do meu amigo Marlon, a de baixo, escondidinha, é a catedral de São Pedro, em Roma.

 Meu Vira-Tempo, como vocês puderam ver ele é bem grandinho. Veio junto com uma das peças do Xadrez de Bruxo e a ampulheta marca um minuto, que é o tempo de uma jogada no xadrez.
 Cantinho do roteador, do R2-D2 mais gostoso do mundo e desse coelhinho lindo que é uma mini-luminária! As Pokébolas eu também vou mostrar detalhadamente no post sobre minha coleção de Pokémons…
 Esse R2-D2 é o mais recente membro da minha casa, vocês não fazem ideia do quão apaixonada eu estou por ele. Por mais que ele seja um chaveiro, morro de medo de pendurar ele na minha mochila e acabar perdendo. Eu sou muito apegada às minhas coisas, e quando é presente então, aí sim que redobro o cuidado, no caso esse R2-D2 também foi um presente do Ricardo.
 Esse coelhinho super fofo foi presente da minha mamãe. Ele funciona como uma mini luminária e oscila entre várias cores diferentes. Confere só:
 
 Fofo demais, não é?
 Essa é minha pequena coleção de CDs. Eu também tenho vinis, sou apaixonada por vinis, mas vou mostra-los outra hora, ok? A joaninha é um porta-cds fofos que ganhei de uma aluna há uns anos atrás. Os CDs, em ordem, de baixo para cima:
  • Guns n’ Roses: Appetitte for Destruction, Gn’r Lies, Use Your Illusion I e II, The Spaghetti Incident?, Chinese Democracy, Live in New York, November Rain, Don’t Cry Wembley Stadium Edition, Estranged, Live and Let Die, You Could Be Mine, Aint It Fun (alguns singles são em capas de papelão, por isso não dá pra ver na foto);
  • Izzy Stradlin: River;
  • Led Zeppelin IV;
  • Queen Live at Rock in Rio ’85;
  • Iron Maiden: Fear of the Dark;
  • D’HankS: Mil Faces;
  • Attack All Around: the best of;
  • VAMPS: Love Addict, I Gotta Kick Start Now, Evanescent;
  • BoA: Identity (da minha irmã);
  • Gack: Lost’Angels, Flower (da minha irmã);
  • Lindsey Stirling (da minha irmã);
  • The Lord of the Rings: The Two Towers OST (da minha irmã);
  • Led Zeppelin: Mothership.
 O souvenir do Fantasma da Ópera é esse aí, óh. É muito precioso mesmo! Tem fotos dele por dentro no meu tumblr. Eu também tenho um souvenir assim d’Os Miseráveis, mas ainda não sei onde vou colocar… Alguma ideia?
 E para finalizar tem esse álbum de fotografias. Super meigo, não é? No entanto, ele é temporário, quero fazer um estilo scrapbook, sabem? Assim que eu começar a confeccionar vou mostrar aqui para vocês. De qualquer maneira, já tenho muitas fotos reveladas. Por mais que fotografias digitais sejam extremamente práticas, eu tenho paixão pelas fotos de papel.
 Essas são algumas das fotografias. Eu sou extremamente apegada a recordações, só que tenho um péssimo problema com minha memória, as coisas simplesmente vão desaparecendo com o tempo. Por isso prezo tanto fotos, pois é só eu olhar e pronto, lembro-me daquele momento.
 E então, queridos, o que acharam do meu cantinho? Post ficou extremamente longo, desculpem-me por isso, mas eu fiquei tão empolgada e achei super divertido montar este post, sinto-me muito feliz com o meu cantinho, por que ele traduz muito bem como eu sou, haha.
 Espero que tenham gostado!

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