Minha monografia (e enfim formada!)

HÁ! Quem está desde agosto sem publicar nada e ressurgiu das trevas numa quarta de sol pós feriado? Isso mesmo, e retorno falando sobre duas felicidades desse ano: a enfim defesa da minha monografia e minha formatura! Preparem-se, por que essa postagem vai ser uma leitura looooonga!

Estou há bastante tempo falando sobre como a faculdade estava me sobrecarregando… Os últimos períodos foram muito difíceis pra mim e realmente achei que não conseguiria me formar (fiz o 10º e último período cursando seis disciplinas, mais o estágio, mais o trabalho de conclusão de curso)… Foi no modo hard, mas deu tudo certo no final!

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Atenção mundo: formei!

Bem, eu vou pular a parte de falar sobre a Psicologia. O que eu tenho a dizer no momento é que realização é a palavra que me define. Sempre foi minha primeira opção de curso e fiz exatamente na faculdade que eu queria fazer. Passei muitas dificuldades ao longo do curso, mas finalmente o gran finale chegou! 😀

Focando na monografia agora! hahaha Bem, isso foi uma saga a parte… Eu peguei a disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso I (disciplina onde fazemos o projeto de pesquisa da monografia) no 7º período, mas só fui pegar TCC II (disciplina em que escrevemos a monografia de fato e a defendemos) no 10º período… Para vocês terem a noção do trabalho que foi parir esse filho! No início eu ia escrever sobre um tema que eu já pesquisava, que era A Feminilidade na Psicanálise, mas sabe quando você já está escrevendo uma coisa há tanto tempo, e quando você sente que o tema não é O SEU tema? Então na cara e na coragem eu decidi escrever sobre Psicologia e Videogames.

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Comic Con Experience 2015 – #FoiÉpico!

Oi, gente linda! Como prometido, mais uma publicação falando sobre a Comic Con 2015! Na postagem anterior eu falei para vocês sobre meu trabalho no stand de Magic, leiam aqui como foi! 😉 Hoje eu vou mostrar para vocês e falar um pouco sobre os momentos em que eu podia dar uma fugidinha do trabalho e dar uma volta pelo local. O post vai ficar grande, mas preferi fazer uma publicação grande do que dividir em maaaaais partes. Antes de qualquer coisa, preciso dizer: to em êxtase até agora!!!

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Ok, parou escândalo, vamos falar de boas agora, hahaha… Bem, apesar de eu ter amado tudo, claro que eu vou contar também das impressões não tão legais que eu tive do evento, mas isso não diminui em nada a experiência. Iria de novo fácil, fácil. Mas a primeira coisa que eu queria pontuar é sobre ir todos os dias de evento ou não.

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Liga das Garotas Mágicas na CCXP 2015 – Magic: the Gathering

Olá para todo mundo! Estou muito feliz de fazer essa postagem de hoje, acho que vai ser a publicação mais legal da história do blog! Isso por que nos dias 3 a 6 de dezembro, eu estive trabalhando na Comic Con Experience 2015, e foi uma das experiências mais incríveis da minha vida até hoje! Mas o que estava fazendo lá? Bem, senta que lá vem história (mas é das boas, vai…)…

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Foto por Carolina Moraes, com a ajuda do tripé que quase desabou ❤

Como vocês sabem, eu jogo Magic: the Gathering há uns 4 anos, e neste ano eu conheci a Liga das Garotas Mágicas, iniciativa linda que busca trazer mais mulheres para o Magic, unir as jogadoras existentes e tornar o ambiente de jogo mais saudável para todos. Eis que eu fui acolhida por essa família e faço parte da equipe de administradoras que, junto com a comunidade de jogadoras, vem buscando cada vez mais concretizar esses objetivos. Firmamos então uma parceria com ninguém menos que a Wizards of the Coast e a Hasbro (detentora dos direitos de Magic no Brasil) e fomos fazer parte desse evento maravilhoso que é a CCXP.

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Magic: the Gathering e as Mulheres

Semana passada estava navegando pela interwebs quando vi uma notícia sobre a Wizards of the Coast, empresa proprietária do cardgame Magic: the Gathering, ter dado presentes à uma jovem fã. A história é a seguinte: no Grand Prix de Denver, um jogador chamado Chris Conrey decidiu levar sua filha Amie, de 8 anos para acompanhá-lo na competição. Chris, como qualquer bom pai, ficou feliz de ver o quanto a filha se divertiu no evento, e enviou uma carta à Wizards, contando sobre e agradecendo pela experiência fornecida à ambos.

Eis que, para a surpresa de pai e, principalmente, filha, a Wizards respondeu à carta de Chris com uma caixa recheada de presentes à Amie. Seguem as fotos tiradas por Chris…

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PowerPuff Girls: Defenders of Townsville

Olá, pessoas! Como vão todos?

Bem, iniciando a rotina de postagens do novo blog, hoje vou mostrar para vocês um dos meus joguinhos da minha conta Steam: PowerPuff Girls, Defenders of Townsville. Isso mesmo! Jogo das Meninas Super Poderosas! 😀 Tan, tan, tantantantantaaaaan… Ganhei esse jogo de presente do meu amigo Digão, e gente, é muito legalzinho!

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Em um dia tu zera ele, sem completar todos os achievements do Steam, mas mesmo para completar as conquistas não demora muito… Para mim só faltam duas conquistas para completar… Meu tempo de jogo total é 14 horas, e o jogo possui um total de 19 achievements para serem completos. “Ain, Hannah, mas que é isso de Steam e achievement, num to entendendo!“. Steam é uma plataforma de loja de jogos eletrônicos, ele tem um programa que você instala no computador e daí todo jogo que você compra fica armazenado na sua biblioteca. E os achievements, ou simplesmente, “conquistas” são “emblemas” que você vai adquirindo em cada jogo, conforme vai completando missões no mesmo. Basicamente é isso, se quiserem eu faço um post explicando direitinho sobre o que é Steam e como funciona. 😉

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Clique na imagem para ampliar.

ATENÇÃO, SOBRE SPOILER. Hoje em dia existe um mimimi muito grande sobre levar spoiler, então eu já aviso: este post tem capturas de telas e detalhes do jogo, por isso pode ser que você leve um spoiler. Se você não liga pra spoiler, não liga para o jogo, ou não liga pra nada mesmo, vá em frente na leitura! 😀

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Hammerwatch

O que falar desse jogo que eu só joguei por 116 horas, mas já considero pakas?
Hammerwatch é um hack n’ slash indie onde você pode jogar sozinho ou em co-op. Lançado em agosto do ano passado, onde você pode jogar com diversos personagens, que falarei mais abaixo. Eu me apaixonei profundamente por ele desde que comecei a jogar (obrigada Digão por ter me dado ele <3) e já joguei com todos os personagens e zerei algumas vezes. Só que o jogo ficou meio estagnado, pois não tinha mais nada de novo… A versão 1.2 acrescentou personagens novos legais, mas os mapas eram os mesmos.
Mas eis que, quando parecia que ele estava na mesmice de atualizações de correções, players começam a lançar fases excelentes pelo Steam Workshop. Eu vi muitas, mas joguei duas: Greyfall e Requiem of Hammerwatch.  Não curti a Greyfall não, tanto que fiz a burrice de salvar o jogo morrendo e nem me animei em recomeçar, mas a Requiem os Hammerwatch me conquistou e estou adorando jogar (pena que só tem o demo disponível, mimimimi)!

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The Last of Us

Oi, pessoas, tudo bem? Desculpem-me pela ausência… Acho que vocês já até se acostumaram com meus sumiços! hahaha Post de hoje é para falar sobre a minha experiência com o jogo. The Last of Us é um jogo de sobrevivência que envolve terror, ação e aventura, desenvolvido pela Naughty Dog e lançado em Junho de 2013, apenas para Playstation 3, e em Julho de 2014, para Playstation 4. O jogo se passa num cenário pós-apocalíptico onde a humanidade foi contaminada por um fungo, você controla o Joel, que tem como missão levar a jovem Ellie até um grupo de resistentes chamado Vagalumes. Não quero falar muito mais por que sou bem propensa à fazer spoilers acidentalmente, então, caso queiram saber mais, ou comprem o jogo caso tenham PS 3 ou 4, ou leiam o artigo na Wikipédia.
O primeiro contato que eu tive com o jogo foi assistindo ao gameplay do Nerd Player (do Jovem Nerd). Confesso que achei a história meio “bléh”, sabem? Parecia ser bastante clichê: uma infecção que transforma as pessoas em “monstros”, um protagonista marrentão e uma guria que não se sabe ao certo o papel, então nem me encheu os olhos…

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